Governador(a) Antônio Carlos Ribeiro de Andrada

Publicado em: 09/12/2016 às 15h14 Mandato: 07/09/1926 a 07/07/1930

Biografia

Natural de Barbacena (MG), nasceu em 5 de setembro de 1870 e faleceu em 1º de janeiro de 1946.
Filho de Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e Adelaide Feliciana de Lima Duarte 
Formação: Bacharel em Direito - Faculdade de São Paulo - 1891

Atividades

  • Advogado
  • Promotor Público em Ubá/MG
  • Professor de Direito Comercial
  • Juiz Municipal da Comarca de Palma/MG
  • Presidente da Câmara de Vereadores em Juiz de Fora/MG
  • Secretário de Finanças do Estado de Minas Gerais
  • Prefeito de Belo Horizonte/MG
  • Senador estadual - 1907 a 1910
  • Deputado federal - 1911 a 1911; 1912 a 1914; 1915 a 1917; 1919 a 1920; 1921 a 1923; 1935 a 1937
  • Constituinte - 1933 a 1934
  • Ministro da Fazenda - 1917
  • Senador da República - 1925 a 1926
  • Presidente do Estado de Minas Gerais - 1926 a 1930
  • Membro do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro

Trajetória

Antônio Carlos Ribeiro de Andrada vem de uma família de longa tradição política, era sobrinho-neto de José Bonifácio de Andrada e Silva, o 'Patriarca da Independência'. Na época em que estudava Direito em São Paulo, aderiu ao movimento republicano. Posteriormente, ao retornar a Barbacena, criou o Partido do Operariado Barbacenense, que durou apenas três semanas. Sua primeira experiência na vida pública foi como presidente da Câmara Municipal de Juiz de Fora, cargo que, no princípio do século XX, correspondia ao de prefeito. Nesse período, começou a lecionar sobre Finanças e Direito Comercial, temas com os quais se identificou. Seu destaque como professor dessa área acabou motivando o convite do Presidente de Estado Francisco Sales para que ele ocupasse a pasta da Secretaria das Finanças. Nesse mandato, procurou dar apoio à economia cafeeira; uma das ações foi a organização de um congresso para as classes produtoras de café em Juiz de Fora.

No governo de Wenceslau Braz, período da Primeira Guerra Mundial, ocupou o cargo de ministro da Fazenda. Entre os anos de 1922 e 1926, foi líder do presidente Arthur Bernardes na Câmara dos Deputados, apesar de não ser aliado político do presidente. O governo de Bernardes, marcado pelo "estado de sítio", fez com que ele, presidente, tomasse a decisão de enviar à Câmara dos Deputados um projeto para instituir no País a pena de morte. Antônio Carlos, de formação liberal, conseguiu postergar o assunto, e, por essa razão, o projeto jamais foi apresentado ao Congresso Nacional. Em 1926, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada foi eleito presidente de Minas Gerais, cargo que ocupou até 1930. Antônio Carlos foi um dos articuladores da Aliança Liberal. João Pessoa, da Paraíba, e Antônio Carlos, de Minas, apoiavam a candidatura do gaúcho Getúlio Vargas, em contraposição ao paulista Júlio Prestes, candidato oficial à Presidência da República, indicado por Washington Luís. Com Getúlio vitorioso, Antônio Carlos passa a participar do governo de forma discreta. Foi dele a indicação do nome de Benedito Valadares para interventor no Estado após a morte de Olegário Maciel.

Foi eleito deputado federal nas eleições de 1933 e presidiu a Assembléia Nacional Constituinte. Após a promulgação da nova Constituição, exerceu o cargo de presidente da Câmara dos Deputados. Em setembro de 1936, apresentou o pedido de renúncia por discordar dos rumos totalitários que tomava a política getulista. A renúncia não foi aceita pelos colegas da Câmara, e o fato acabou se tornando uma atitude contra Vargas. Em 1937, Getúlio Vargas dá o golpe de Estado, e é instituído no País o Estado Novo; no mesmo dia do golpe, Antônio Carlos foi preso, ficando sob detenção domiciliar. Após esse episódio, ele se distancia da vida política.

Em 1942, em uma entrevista ao jornalista Samuel Wainer, Antônio Carlos diz: "As democracias vencerão a opressão; sou virtualmente contra as ditaduras". Essas palavras estamparam a primeira página da revista Diretrizes e tiveram grande repercussão nacional, apesar da tentativa de impedir a distribuição da revista. Três anos depois, começaria a redemocratização do Brasil.Nas vésperas da renúncia de Getúlio Vargas, Antônio Carlos declarou em Juiz de Fora: "Tirar o país dos trilhos da legalidade é fácil, mas o difícil é fazê-lo voltar à situação anterior".

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